5 ferramentas de prototipagem para trabalhar suas ideias

Confira algumas ferramentas que podem contribuir muito com o desenvolvimento criativo dos seus projetos de design 

Para quem trabalha com design, conseguir colocar os conceitos e ideias que vem alimentando em sua mente no plano concreto é algo vital. 

Para te ajudar com esta questão, vamos apresentar 5 ferramentas de prototipagem para otimizar o seu desenvolvimento criativo. 

Sem o uso das ferramentas certas, é comum que o processo de tirar um projeto do papel ou do plano das ideias fique mais difícil. 

Quem nunca se decepcionou ao ver que a criação de um projeto não foi exatamente ao encontro do que vinha pensando? 

Se quiser saber mais sobre como solucionar este problema e evitar perda de tempo e gastos desnecessários, leia o nosso conteúdo.

O que é prototipagem?

Para começar, precisamos explicar o que é a arte da prototipagem. Este termo diz respeito à técnica de criar protótipos. Estes funcionam como “modelos teste”, que simulam a aplicação de uma ideia, ou seja, como ela vai ficar quando colocada em prática.

Você pode aplicar este método por meio do uso de ferramentas virtuais ou físicas (como o tradicional papel e caneta) para criar o seu modelo, inclusive em parceria com outras pessoas. 

Esta é uma vantagem muito importante para quem trabalha em equipe. Assim, você vai conseguir discutir suas propostas com mais facilidade e possibilitar que recomendações e alterações sejam feitas antes de finalizar qualquer produto.

Qual o principal objetivo da prototipação?

Como o nome sugere, esta técnica visa criar um protótipo com o objetivo de testar se o produto ou projeto em desenvolvimento consegue ir de encontro à proposta que o designer e seu time definiram para ele. 

Além disso, também permite que você, ou sua equipe, consiga apresentar a ideia para outras pessoas antes de fechar uma versão final. 

A prototipagem também é uma grande vantagem na hora de conferir se há algum erro no design, como proporções, cores, nível do brilho, entre outras questões, algo essencial para quem trabalha com produtos digitais, por exemplo.

Outro ponto importante é que a prototipação também permite economizar bastante em recursos e tempo, facilitando o processo de product discovery.

Com ela, você não precisa se desesperar se encontrar alguma falha no resultado final ou sair por aí criando mil e uma versões do seu produto antes de escolher um modelo definitivo.

A técnica permite que você trace uma ideia de como o seu público-alvo vai interagir e reagir ao seu produto, antes mesmo de ele se tornar oficial. 

Como fazer a prototipagem?

Agora que você já entendeu as vantagens de usar esta metodologia, vai querer descobrir como fazer a prototipagem. 

Em primeiro lugar, escolha como vai construir seu protótipo. Uma boa medida são ferramentas online, já que elas permitem economizar ainda mais, sem ter que criar versões físicas.

Em seguida, crie à vontade e desenvolva versões diferentes das suas ideias para apresentar aos demais profissionais, que podem ser pessoas da sua equipe, clientes em potencial ou um gestor que consiga oferecer um feedback.

Se você está desenvolvendo o design de um site, por exemplo, é importantíssimo que você teste as funcionalidades da interface de usuário, antes de aplicá-la definitivamente. Você pode convidar alguém para testar as funções e ver se consegue navegar com fluidez pela plataforma. 

Também é possível fazer este teste por conta própria. Entretanto, poder contar com uma segunda opinião quando se trata de otimizar a experiência do/a usuário/a é sempre vantajoso. Afinal, depois de horas trabalhando em um projeto, é normal que deixemos escapar alguma coisa.

5 ferramentas de prototipagem

Agora, para começar a colocar suas ideias em prática (ou melhor, em protótipos), confira esta lista com 5 ferramentas de prototipagem:

  1. Invision: fácil de usar e com direito a uma versão gratuita, o Invision é uma boa escolha. Com ele, é possível desenvolver protótipos interativos com alguns cliques. É só inserir as telas que procura e adicionar os recursos que deseja, como animações e transições. Você também pode transformar o arquivo em um protótipo clicável, se quiser.
  2. Adobe XD: é uma ferramenta de desenho vetorial, ou seja, que se baseia em vetores matemáticos. A maior vantagem do Adobe XD é o fato de que consegue funcionar em sistemas operacionais Windows e pode ser integrado com outros produtos Adobe.
  3. Apple Keynote: para os/as usuários/as do sistema da Apple, a ferramenta é uma das melhores para a criação de protótipos rápidos. É só criar um desenho de layout com imagens realistas, adicionar os links que deseja e pronto, o protótipo estará em mãos.
  4. Figma: ferramenta tão robusta quanto às outras, com o diferencial de conseguir oferecer maior flexibilidade e colaboratividade aos/as usuários/as. Faz uso da nuvem e oferece funções de chat, compartilhamento e integração com outros sistemas.
  5. Google Blocks: o app é uma novidade do Google e ainda está em fase de experimentação. Promete ser um construtor de formas e objetos 3D, fazendo uso da Realidade Virtual. O objetivo é criar um banco de dados que possa ser utilizado para sites, games e outros.

Como iniciar um protótipo

Agora que você já conhece um pouco sobre as principais ferramentas, para saber como iniciar um protótipo, o primeiro passo é se perguntar o que você almeja com o seu projeto.

Precisa que ele ofereça recursos complexos? Que o armazenamento dos protótipos não consuma toda a sua memória? Que você consiga colaborar com um grupo grande de pessoas e compartilhar os resultados com rapidez? Onde o design será aplicado? Que tipo de estética pode usar? 

Todas estas questões precisam estar bem esclarecidas na sua mente para que tenha condições de escolher a ferramenta que melhor atenda às suas necessidades.

Também não hesite em utilizar vários aplicativos ao longo do seu processo de criação. Assim, você garantirá que está fazendo o melhor uso daquilo que está disponível para você.

Protótipo x MVP

Outra dúvida frequente é sobre a diferença entre Protótipo x MVP. Para sanar esta questão, saiba que o protótipo funciona apenas como uma representação do produto. Como já exploramos, ele tem como objetivo dar os primeiros sinais de vida à uma ideia, a partir da sua visualização.

Agora, o Minimum Viable Product –  MVP, funciona como a primeira versão de um produto ou serviço. O Mínimo Produto Viável visa criar testes para aprender sobre o que o público realmente deseja, gastando o mínimo em custos de desenvolvimento, ao menos nesta fase inicial.

Entender o público tem tudo a ver com garantir a melhor experiência do/a usuário/a. Por isso, não deixe de buscar ferramentas que atendam a esta necessidade. 

Se gostou deste conteúdo, continue em nosso blog! Você pode se interessar por este estudo de caso sobre UX ou por este conteúdo sobre Motion Design. Fala para a gente nos comentários o que mais você quer ver por aqui!

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